Cursos Presenciais
Técnicas de diagnóstico e psicoterapia infantil – Orientações aos pais e professores Técnicas de diagnóstico e psicoterapia infantil – Orientações aos pais e professores
Um diagnóstico psicológico infantil bem estruturado é aquele que segue uma metodologia eficiente e que visa esclarecer com maior precisão possível sobre as características do desenvolvimento e a estrutura funcional da criança. Ele é utilizado por terapeutas e educadores, que a partir deste parâmetro podem intervir de maneira assertiva na problemática apresentada. O psicodiagnóstico traça uma mapa pelo qual um projeto terapêutico e educacional pode ser traçado, baseado nas particularidades da criança.
Objetivo
Este curso tem por objetivo apresentar as ferramentas essenciais que são utilizadas no psicodiagnóstico infantil, sua utilização e a elaboração de laudos e relatórios a partir dos resultados. Nesta proposta serão apresentadas também recursos terapêuticos para atendimento de crianças, além de abordar também as principais demandas do atendimento infantil.
Unidades de Estudo
- Características básicas do processo de psicodiagnóstico infantil
- As entrevistas no psicodiagnóstico: entrevista inicial / anamnese / devolutiva
- Testes usados no psicodiagnóstico infantil:
1. Bender – Sistema de Pontuação Gradual - Teste para avaliar a maturação percepto-motora em crianças de 6 a 10 anos.
2. Entrevista Familiar Estruturada – Técnica que pretende trazer a tona o dinamismo do funcionamento familiar, possibilitando a realização, em tempo mais curto, de uma avaliação das relações familiares.
3. Escala de Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade – instrumento que pretende avaliar sintomas comportamentais do TDAH, no contexto escolar, tendo o professor como fonte de informação.
4. ESI – Escala de Stress Infantil – Escala que se propõe a verificar a existência ou não de stress em crianças de 6 a 14 anos, determinando o grau de reação ao stress mais freqüente apresentada pela criança.
5. R2 – Teste de Inteligência não Verbal– Teste de inteligência não-verbal que avalia mais especificamente o “fator g” da inteligência em crianças de 5 a 11 anos.
6. ETPC - Escala de Traços de personalidade da criança
7. EAC-IJ - Escala de Auto conceito - Infanto Juvenil
- Elaboração do laudo (orientações do CFP)
- Elaboração de relatórios em resposta ao solicitante do psicodiagnóstico
- Origens e desenvolvimento da psicoterapia infantil:
- A origem, função e importância do brincar e do brinquedo nas relações humanas.
- A compreensão diagnóstica com crianças.
- A demanda
- Estabelecendo vínculo
- Questões diagnósticas
- O processo terapêutico com crianças
- O espaço terapêutico - características da sala de atendimento infantil
- Os recursos terapêuticos - os brinquedos e brincadeiras adequadas para o processo terapêutico.
- Os recursos técnicos – os desenhos, as histórias e as vivências.
- A evolução do grafismo infantil
- Técnicas de desenho no atendimento infantil
- Livros e histórias utilizados na psicoterapia infantil
- Vivências e representações adequadas às crianças em terapia
- A participação dos pais no processo terapêutico
- A escola e os professores no processo terapêutico
- Noções básicas sobre algumas demandas comuns no atendimento infantil:
- Stress infantil
- Hiperatividade e o déficit de atenção
- Separação dos pais / Novas famílias
- Filho único
- Falta de limites
- Chegada do irmãozinho
- Dislexia
Ministrantes
Natércia Acipreste Moura - CRP/04 13854
Psicóloga, professora universitária, especialista em Psicopedagogia e Mestre em Educação. Membro da comissão organizadora dos Encontros Mineiros de Avaliação Psicológica (EMAP).
Carga horária
40 horas/aula
Público-alvo
Psicólogos e estudantes de Psicologia
Local de Realização
A definir -








